Comentários Senses Places/InterACT! @ IST/Taguspark Campus

20 Outubro 2011

Permite conciliar a realidade virtual com os movimentos físicos, o que aumenta o realismo. Acaba por utilizar tecnologia semelhante ao Kinect©, mas acessível a todos.

Nuno Nogueira (estudante IST/LERC)

Pode vir a ser um excelente jogo no futuro, já no mundo real. Um bom jogo para jogar com outras pessoas online.

Gustavo Passos (estudante IST/LERC)

Será curioso assistir à evolução desta plataforma uma vez que com tecnologia relativamente barata se consegue criar uma sala onde múltiplas pessoas se podem encontrar numa realidade virtual que em muito se pode assemelhar tanto à nossa como a um mundo de fantasia onde as possibilidades são imensas.

Luis Saramago (estudante IST/LERC)

8 Novembro 2011

Esta tecnologia permite um avança brutal no mundo dos jogos, uma vez que deixamos de depender de um comando, e podemos controlar a personagem virtual através de movimentos reais.

Os jogos poderão passar assim a ser mais activos, aliando a experiência real à experiência virtual.

Ana Catarina (estudante IST/LEGI)

Gostei muito de experimentar esta tecnologia. Tive a sensação de me “inserir mais no jogo”, abstraindo-me da realidade. É possível assim criar qualquer cenário e personagens dando asas à imaginação.

Penso que este projecto poderá servir para novas aplicações de jogos, nomeadamente para pessoas com deficiências motoras.

Inês Fernandes (estudante IST/LERC)

Um excelente exemplo de arte aplicada à tecnologia. Permite explorar a junção de 2 mundos até agora desconectados, abrindo novos rumos à expressão artística em mundos virtuais.

Filipe B. (estudante IST/)

15 Novembro 2011

Muitos Parabéns!! Depois de experimentar senti a excelente precisão de movimentos e a complexidade dos detalhes que se quiseram incluir. Está num excelente caminho para ser um simulador potente de dança. Continuem o bom trabalho.

Paulo Melancia (estudante IST/LEGI)

Senses Places – Um simulador que utiliza diversas interfaces de forma a explorar / retirar / recolher o máximo de informação possível do movimento do ser humano, bem como sinais biológicos por nós emitidos, tirando o máximo proveito dos mesmos para recriar um ambiente / cenário absolutamente mágico e contagiante. Proporciona um sentimento de liberdade, tanto através dos movimentos realizados num espaço real como pelos cenários amplos do espaço virtual e liberdade de movimentos em todas as direcções por parte dos avatares.

Muitos Parabéns e continuação de Bom Trabalho!!!

(estudante IST LEEC)

Achei o senses places um simulador transportador de uma ideia inovadora de onde se pode desenvolver um potencial sucesso não só em Portugal como no mundo inteiro. Eu como estudante admito que vieram-me várias ideias à cabeça e bastante interesse em talvez participar. Também gosto muito do facto de já haver uma conexão e reconhecimento internacional que é um bom avanço para um possível grupo de trabalho de excelência.

Diogo Brito (estudante IST/LERC)

22 Novembro 2011

A ideia de um interface que permite conciliar o virtual com a realidade tem estado presente desde que se tornou possível modelar mundos totalmente diferentes do nosso. O senses places prestende, a partir desta ideia, criar um mundo virtual que tenha impacto no mundo real, aumentando a percepção dos utilizadores em relação ao local onde se encontram e das pessoas com quem estão. Ainda se encontra em crescimento, mas cria várias possibilidades futuras no ramo da interacção social/virtual-

Pedro Braz (estudante IST/LERC)

25 Novembro 2011  (Senses Places/CILxJam/InterACT! @ Ler Devagar)

Senses Places – simula o real… o real simulado pelo virtual… a virtualidade encrispada  por um mundo que se move independentemente dela… uma realidade que se impõe ao virtual.

Virtual versus real. O que é real? O que é virtual? Sentido virtuais são reais… o batimento cardíaco… a respiração… qui interagem… audíveis porque reais… virtuais porque visíveis. O visível tornou-se real – Senses Places.

Ana Rocha

29 Novembro 2011

Senses Places – Achei a experiência inovadora e interessante. Pode até mesmo ser importante para aquelas pessoas mais tímidas treinarem e aprender a dançar por exemplo. Libertando os movimentos, etc. Pena que quando experimentei os sensores não estiveram ao melhor nível, mas vale a pena continuar a melhorar.

Pedro Borges  (estudante IST)

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